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Desgaste emocional. Março 18, 2013

Posted by efeitopsicose in Pras românticas de plantão: Porque um pouco de ilusão não faz mal a ninguem!.
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Hoje faz 14 dias que larguei do meu ex.  Stalkeando ele no twitter, vi uma postagem que dizia algo como: tenho dó de você por estar sem mim.

Pensei comigo: “ele está pagando de durão, mas está é sentindo pena dele mesmo por ter sofrido mais que eu”. É claro que eu também sofri, mas não por mim: por ele! Ele gostava/gosta mais de mim do que eu dele, e devido a isso, senti que não estava mais conseguindo levar nosso namoro adiante. Gosto dele, mas não como nós dois gostaríamos que eu gostasse (?). Sou ridícula por tê-lo “trocado” por alguém que não faz ideia disso (desconfia, mas eu não confirmei, até porque ele tem namorada!), mas preferi não mais enganá-lo e resolvi deixar de ser egoísta: eu não poderia continuar enganando-o, e muito menos a mim!

Ele é uma ótima pessoa; sentia borboletas no estômago quando começamos, mas acabou perdendo a graça. Já teve um momento em que se alguém me perguntasse como eu me via daqui 10 anos, eu responderia: “não sei profissionalmente, mas com ele eu estaria, sem sombra de dúvidas!”

(…)

Confesso que senti falta dele e de suas idiotices, e continuo me sentindo estúpida (e me sentirei eternamente!) por ter escolhido uma pessoa que não se encaixa no perfil que eu busco e não dá a mínima pra mim… ainda ouço músicas e lembro dele, ainda dou risadas de algumas conversas e momentos toscos que ficarão na memória pra sempre… mas, infelizmente, nem tudo na vida é infinito (triste) e… acabou!
Foi bom: apesar de no fim ter sido péssimo porque eu não quis abrir brecha pra nenhum tipo de chance ou reconciliação ou qualquer coisa do gênero, simplesmente por não suportar mais viver com esse peso… apesar de ter feito escolhas erradas e acabar ficando sem nenhum dos dois… foi bom porque me senti como há tempos não sentia: amada.

E feliz, por ter tentado amar também. Acho que se eu sinto falta de tudo o que vivemos, é porque eu realmente me importava e no fundo, sentia algo mais do que “amor fraterno”. Não, não era amor, não era nada. Mas foi bom.

Foi bom pra eu perceber que mesmo depois de ter sido rude, insensível e todos os adjetivos ruins que possam existir e que se encaixe no meu estado agora, eu acho que no fundo, também concordo com ele (mesmo achando um absurdo e não querendo de jeito nenhum porque sou orgulhosa demais): Também tenho pena de mim por estar sem ele!

Acho que mereci! Perdi dois “amores”: aquele que daria a vida por mim e aquele que mal reconhece a minha existência!

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