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Ano novo, escolhas novas. Janeiro 6, 2014

Posted by efeitopsicose in 1º semestre, Dose de inspiração, choque de realidade..
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Oi! 😀 Pulando a parte em que eu desejo boas festas (atrasada!) e etc, eu só espero que tenham tido melhores festas que as minhas. HEHEEHEH (já que pra variar, meu namorado viajou pra Disney e não teve como eu ir) (passei o Natal aturando uma prima chata e inconveniente, mesmo eu tendo falado que ia “sair”) (eu fiquei sozinha) (e no Reveillón levei cantadas de alguns velhos tarados que não tem “condições” nem com Viagra) (minha avó ficou internada) (2013 foi o ano do meu carma) (ah, enfim).

Bom, pra começar: FELIZ 2014 heeheheheh senti a necessidade de fazer o primeiro post daqui ainda no mês de Janeiro, pra manter o costume (como se eu estivesse sempre por aqui haha). Então, farei um breve resumo do que passei em 2013 e do que desejo do fundo do meu coração em 2014.
Já disse em um dos posts anteriores  que fiquei doente e desisti do curso por questões pessoais e tal, e que queria um tempo pra pensar no que decidiria pro meu futuro. A verdade é que depois que se passaram dois meses e meio, eu ainda continuo um pouco perdida. Como eu gosto de escrever, já pensei em fazer Letras, mas não tenho paciência com gente sem educação e sou um pouco estourada (muito embora muita gente diga que sou uma ótima “professora” e sei explicar bem) e acho que não tem muito sentido fazer Letras SÓ pra ser escritora. Então, deixa a minha escrita como hobby mesmo.

Depois, como gosto de estar por dentro da Política, também pensei em Direito. E essa continua sendo a melhor opção, já que ainda não achei “contras” sobre a minha própria perspectiva. Prestar concurso pra Polícia também já me passou pela cabeça, mas aí me lembrei que meu tamanho não é muito favorável e fui obrigada a descartar.

E por último, dentro da área da saúde, que é a minha verdadeira paixão <3333 tem Psicologia. Eu sei (e provavelmente quem ler isso vai falar também) que a quantidade de psicólogos que se formam a cada ano, é devastadora e que a cada esquina, encontramos um psicólogo, mas como é uma área pela qual eu partiria caso realmente fizesse Medicina, por que não tentar!? Já andei fazendo umas contas de quanto eu ganharia em média por x horas trabalhadas + o local, e me dei conta de que (como qualquer outra profissão), se você for bom, o mundo vai conspirar ao seu favor! E eu ainda estou pensando seriamente nisso. A questão é que eu não me imaginava fazendo outra coisa além de exercer a Medicina, por isso agora está tão difícil decidir qual caminho seguir.

Quando desisti, minha família só faltou me bater. Eu dediquei parte do meu ensino fundamental e meu ensino médio todo pra “nada” (não que estudo não seja bom, mas eu tinha um único objetivo) e confesso que eu também fiquei puta da vida comigo mesma. “Desistir logo no começo!? Tão nova, tão cheia de sonhos, com uma vida inteira pela frente, saudável…” “Mas se eu não aguentei na Enfermagem, acha que vou aguentar na Medicina!?” “Não aguentou o escambau, para de falar isso“… e tantas outras conversas comigo mesma. Era como se eu tivesse um alter-ego: parte minha falava, e a outra parte respondia. E esse era o meu cérebro fazendo uma análise dos prós e contras da Medicina e de qualquer outra profissão que eu possa escolher.

Até que eu um dia eu ouvi que todas as minhas primeiras vezes serão difíceis e o meu maior erro vai ser se eu desistir de todas elas na primeira tentativa. E agora que eu me recuperei totalmente e depois desse tempo, entrei pela primeira vez no hospital onde tudo começou, me bateu uma saudade absurda de tudo o que vivi e de tudo o que aprendi lá. Aprendi a ser mais humana, aprendi a ter compaixão… aprendi a dar valor na vida e parei de reclamar do meu corpo, da minha vida, quando vi o que é sofrimento de verdade. Eu não me arrependo de ter trancado a minha matrícula no curso e não penso de jeito nenhum em voltar, mas me deu saudade. Um aperto no peito tão sufocante, que quando saí de lá, me deu vontade de ligar pra todas as meninas que eram do meu grupo e mandar um super beijo pra minha (adoravelmente adorável) professora que me supervisionava no estágio naquela fatídica tarde de terça feira, 15 de outubro. Como disse no começo, 2013 foi o ano do meu carma, perdi muita coisa boa e me livrei das ruins, mas foi o ano que mais aprendi nesses 18 anos de existência. E pra 2014, desejo que venham mais aprendizados. Voltei a escrever minhas fics (que saudade <3), farei um ano de namoro (!!!!!) em abril, começarei um cursinho pré-vestibular, TERMINEI O ENSINO MÉDIO!!!!!!!!!! e terei até o fim do ano pra decidir minha vida. Enfim, acho que 2014 será melhor, porque é um ano par. Rs.

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Desgaste emocional. Março 18, 2013

Posted by efeitopsicose in Pras românticas de plantão: Porque um pouco de ilusão não faz mal a ninguem!.
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Hoje faz 14 dias que larguei do meu ex.  Stalkeando ele no twitter, vi uma postagem que dizia algo como: tenho dó de você por estar sem mim.

Pensei comigo: “ele está pagando de durão, mas está é sentindo pena dele mesmo por ter sofrido mais que eu”. É claro que eu também sofri, mas não por mim: por ele! Ele gostava/gosta mais de mim do que eu dele, e devido a isso, senti que não estava mais conseguindo levar nosso namoro adiante. Gosto dele, mas não como nós dois gostaríamos que eu gostasse (?). Sou ridícula por tê-lo “trocado” por alguém que não faz ideia disso (desconfia, mas eu não confirmei, até porque ele tem namorada!), mas preferi não mais enganá-lo e resolvi deixar de ser egoísta: eu não poderia continuar enganando-o, e muito menos a mim!

Ele é uma ótima pessoa; sentia borboletas no estômago quando começamos, mas acabou perdendo a graça. Já teve um momento em que se alguém me perguntasse como eu me via daqui 10 anos, eu responderia: “não sei profissionalmente, mas com ele eu estaria, sem sombra de dúvidas!”

(…)

Confesso que senti falta dele e de suas idiotices, e continuo me sentindo estúpida (e me sentirei eternamente!) por ter escolhido uma pessoa que não se encaixa no perfil que eu busco e não dá a mínima pra mim… ainda ouço músicas e lembro dele, ainda dou risadas de algumas conversas e momentos toscos que ficarão na memória pra sempre… mas, infelizmente, nem tudo na vida é infinito (triste) e… acabou!
Foi bom: apesar de no fim ter sido péssimo porque eu não quis abrir brecha pra nenhum tipo de chance ou reconciliação ou qualquer coisa do gênero, simplesmente por não suportar mais viver com esse peso… apesar de ter feito escolhas erradas e acabar ficando sem nenhum dos dois… foi bom porque me senti como há tempos não sentia: amada.

E feliz, por ter tentado amar também. Acho que se eu sinto falta de tudo o que vivemos, é porque eu realmente me importava e no fundo, sentia algo mais do que “amor fraterno”. Não, não era amor, não era nada. Mas foi bom.

Foi bom pra eu perceber que mesmo depois de ter sido rude, insensível e todos os adjetivos ruins que possam existir e que se encaixe no meu estado agora, eu acho que no fundo, também concordo com ele (mesmo achando um absurdo e não querendo de jeito nenhum porque sou orgulhosa demais): Também tenho pena de mim por estar sem ele!

Acho que mereci! Perdi dois “amores”: aquele que daria a vida por mim e aquele que mal reconhece a minha existência!